Por Natalia Ribeiro
Quando criança, costumava assistir a Pinóquio com meu pai, encantada com a ternura de Gepeto e com o brilho dos olhos do boneco que sonhava em ser menino de verdade. Essa história italiana sempre me remeteu às minhas origens e aos ensinamentos profundos que ela carrega. A Itália, afinal, não revela o poder do amor apenas em sua gastronomia, mas também em seus contos de fadas, histórias que falam de sonhos, de transformação e da força do afeto.
Na narrativa, Gepeto sonhava em ter um filho para amar e cuidar, mas como carpinteiro, só podia confeccionar um boneco de madeira. Em seus anseios mais profundos, desejou que ele ganhasse vida. E é justamente esse desejo que move toda a história, porque o amor é o sopro que transforma o inerte em vivo, o sonho em realidade.
Ao enfrentar seus medos, ao aprender a ser generoso e, especialmente, ao não mentir, Pinóquio descobre um tesouro dentro de si, seu próprio coração. E só assim torna-se, de fato, um ser humano.
Foi o amor de Gepeto que fez Pinóquio nascer, mas foram os desafios que ele venceu que o tornaram quem realmente deveria ser. Foi também o amor do Grilo Falante, sempre ao seu lado, indicando o caminho do bem, que lhe deu discernimento.
No fundo, é o Amor que nos ilumina a alma, que estabelece pontes e nos faz entrar em contato com o melhor de nós mesmos. Que possamos reunir criador e criatura em um abraço fraternal, aquele que nos reconcilia com a vida e com o que há de mais verdadeiro em nós. Que sejamos mais conscientes do nosso papel. E que possamos despertar o que há de mais vivo dentro de nós.
Quando criança, costumava assistir a Pinóquio com meu pai, encantada com a ternura de Gepeto e com o brilho dos olhos do boneco que sonhava em ser menino de verdade. Essa história italiana sempre me remeteu às minhas origens e aos ensinamentos profundos que ela carrega. A Itália, afinal, não revela o poder do amor apenas em sua gastronomia, mas também em seus contos de fadas, histórias que falam de sonhos, de transformação e da força do afeto.
Na narrativa, Gepeto sonhava em ter um filho para amar e cuidar, mas como carpinteiro, só podia confeccionar um boneco de madeira. Em seus anseios mais profundos, desejou que ele ganhasse vida. E é justamente esse desejo que move toda a história, porque o amor é o sopro que transforma o inerte em vivo, o sonho em realidade.
Ao enfrentar seus medos, ao aprender a ser generoso e, especialmente, ao não mentir, Pinóquio descobre um tesouro dentro de si, seu próprio coração. E só assim torna-se, de fato, um ser humano.
Foi o amor de Gepeto que fez Pinóquio nascer, mas foram os desafios que ele venceu que o tornaram quem realmente deveria ser. Foi também o amor do Grilo Falante, sempre ao seu lado, indicando o caminho do bem, que lhe deu discernimento.
No fundo, é o Amor que nos ilumina a alma, que estabelece pontes e nos faz entrar em contato com o melhor de nós mesmos. Que possamos reunir criador e criatura em um abraço fraternal, aquele que nos reconcilia com a vida e com o que há de mais verdadeiro em nós. Que sejamos mais conscientes do nosso papel. E que possamos despertar o que há de mais vivo dentro de nós.







