A cultivar de maracujá silvestre BRS Pérola do Cerrado (BRS PC) é uma alternativa para o mercado de frutas especiais e de alto valor agregado destinadas a indústrias de sucos, sorvetes, doces e para consumo in natura. Suas belas flores brancas e sua ramificação densa evidenciam seu potencial ornamental para paisagismos de grandes áreas. Por ser altamente vigorosa e por não terem sido verificados, nas condições de avaliação, problemas importantes com relação a doenças e pragas, apresenta grande potencial para cultivo em sistemas orgânicos e agroecológicos. Outro ponto relevante da cultivar é o grande potencial produtivo (superior a 25 ton/ha/ano) e a qualidade físico-química e funcional da polpa. A cultivar é recomendada para a região do Cerrado, embora trabalhos de validação tenham ampliado a sua recomendação para outras regiões do Brasil. (fonte: Embrapa)

E um dos maiores entendedores das passifloras, é o Pesquisador A – Genética e Biotecnoliga, Fábio Gelape Faleiro da Embrapa Cerrados. Ele, será um dos nomes mais importantes no meu projeto “O Cerrado como nunca visto” e o primeiro episódio da série, será pelas passifloras.

Segundo o Grupo Cultivar, o maracujá BRS Pérola do Cerrado é resultado de quase 20 anos de pesquisas em melhoramento genético convencional, que compreende cruzamentos de acessos da espécie Passiflora setacea coletados em diferentes regiões do Cerrado brasileiro. É a primeira cultivar de maracujazeiro silvestre desenvolvida pela Embrapa já disponível para os fruticultores e consumidores.

Os frutos têm rendimento de polpa superior a 40%. De cor amarelada, a polpa apresenta sabor característico delicado, podendo ser consumida fresca ou em pratos doces ou salgados. A cultivar é, por isso, uma opção para o mercado de frutas especiais e de alto valor agregado, principalmente quando produzido em sistemas orgânicos e agroecológicos.

A polpa é rica em minerais importantes para a saúde, como magnésio, ferro, fósforo e zinco. Cem gramas de polpa do fruto, o que equivale a dois copos, contêm de 34% a 39% das necessidades diárias de ferro, 21% a 27% de magnésio, 22% a 32% de fósforo e 23% a 37% de zinco. Ela é mais rica que a polpa do maracujá comercial (Passiflora edulis) em enxofre, cálcio, boro e manganês. Além disso, tem maiores teores de fósforo e potássio que a polpa da acerola e igual teor de ferro.

Foto Embrapa

As características químicas da polpa, que contém compostos antioxidantes (compostos fenólicos e aminas bioativas), permitem que o BRS Pérola do Cerrado seja usado como alimento funcional. Esses compostos atuam na prevenção de doenças degenerativas e no fortalecimento da resposta imunológica, contribuindo para a manutenção da saúde.

Na cultivar, os compostos fenólicos têm concentração de 50 mg a 77 mg por 100g de polpa, o dobro de compostos fenólicos do maracujá comercial, do cupuaçu e do abacaxi. Em relação às aminas bioativas, o novo maracujá apresenta teores na faixa de 14 mg por 100g de polpa, o que corresponde ao dobro do valor presente no maracujá comercial e a 40 vezes mais que o encontrado numa maçã.

O maracujá Passiflora setacea é conhecido popularmente como “maracujá do sono”, pois a polpa dos frutos, segundo o uso popular, ajudaria a prevenir problemas de insônia. Estudos conduzidos pela Universidade de Brasília com a BRS Pérola do Cerrado têm apontado que o consumo da cultivar pode contribuir para a prevenção de problemas relacionados ao estresse.

maracujá pérola do cerrado pode ser consumido naturalmente, sem a necessidade de acrescentar açúcar à sua polpa, e também pode ser utilizado para sucos, geleias e doces. Rico em fibras, solúveis e insolúveis, junto com muitos fitoquímicos,

E VAMOS A UMA DELICIOSA RECEITA? PUDIM DE IOGURTE E MARACUJÁ!

Ingredientes

  • 500gr de iogurte natural (03 potinhos)
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher (café) de essência de baunilha ou use a nossa baunilha do cerrado
  • 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
  • Polpa de 4 maracujás silvestres
  • 2 colheres (sopa) de açúcar de coco ou outro de sua preferência
  • Raspas de 2 limões siciliano ou outro de sua preferência

Modo de preparo

No liquidificador, bata o iogurte, o leite condensado, a baunilha, a gelatina dissolvida de acordo com as instruções da embalagem e bata até ficar bem homogêneo. Unte com azeite de oliva ou óleo de coco, uma forma de terrina (eu gosto de fazer diferente) ou forminhas individuais ou forma maior de buraco ao meio. Despeje o creme e leve à geladeira por 4 horas. Em uma panela, leve a polpa de maracujá e o açúcar, em fogo baixo até formar uma calda. Desenforme a sobremesa, regue com a calda fria e salpique raspas de limão.

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