Segundo a PMDF, grupo estaria envolvido em cobranças e extorsões relacionadas a uma negociação de lote; arma e 17 munições foram apreendidas
Trio foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na noite desta terça-feira (6/10), durante uma abordagem na Quadra 107, em Águas Claras.
A ocorrência foi registrada por volta das 19h30, após equipes do Grupo Tático Operacional (GTOP) 37 e 22 receberem informações sobre a presença de pessoas armadas nas proximidades de um posto de gasolina desativado.
Segundo a corporação, os policiais localizaram dois veículos e iniciaram o acompanhamento depois que os ocupantes teriam tentado fugir. Em uma caminhonete L200 prata estavam dois dos suspeitos. Durante a abordagem, um deles foi encontrado com uma pistola Taurus calibre 9 mm.
O terceiro envolvido estava em um Hyundai i30 preto. Ainda de acordo com a PMDF, durante a tentativa de fuga, ele teria jogado um celular pela janela do veículo. O aparelho possuía registro de roubo ou furto.
Arma com numeração suprimida
Na ação, os militares apreenderam a pistola com a numeração suprimida e 17 munições intactas. O armamento e os demais materiais foram recolhidos para apresentação à autoridade policial.
A PMDF informou que a abordagem ocorreu após denúncias relacionadas à atuação do grupo. Conforme a corporação, os homens estariam realizando cobranças e praticando extorsões contra uma vítima em razão de um desacordo comercial envolvendo a negociação de um lote.
O trabalho contou ainda com apoio do serviço de inteligência da PMDF, que teria identificado registros criminais anteriores associados aos suspeitos.
Ocorrência foi encaminhada à 21ª DP
Os três homens, os veículos e o material apreendido foram encaminhados à 21ª Delegacia de Polícia, onde a ocorrência foi apresentada para a formalização do flagrante e as demais providências previstas em lei.
Segundo a PMDF, os envolvidos possuem antecedentes relacionados a crimes como homicídio, porte ilegal de arma de fogo, roubo, estelionato e associação criminosa.
As circunstâncias das supostas extorsões e o desacordo comercial mencionado pela corporação deverão ser apurados pela Polícia Civil. Até a conclusão das investigações e eventual decisão judicial, os envolvidos são considerados suspeitos.







