Equipes ofereceram atendimento social e encaminhamento voluntário a serviços públicos em diferentes pontos da cidade, seguindo determinação do STF.
Águas Claras recebeu, na última sexta-feira (17), uma ação de acolhimento destinada à população em situação de rua. A iniciativa, promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), também ocorreu em Ceilândia e teve como objetivo oferecer atendimento social, orientação e encaminhamento voluntário aos serviços públicos disponíveis para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Durante a operação, equipes percorreram diversos pontos da região para abordar moradores em situação de rua e apresentar alternativas de acolhimento por meio da rede de assistência social do Distrito Federal.
Pertences foram destinados conforme orientação dos ocupantes
Além do atendimento social, a ação contemplou a destinação dos pertences das pessoas abordadas. Conforme informado pelo GDF, os bens foram transportados para o endereço indicado pelos próprios ocupantes ou encaminhados a um depósito público, onde poderão ser retirados posteriormente sem qualquer custo.
A operação seguiu as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que ações de zeladoria urbana sejam divulgadas previamente e que haja orientação clara sobre a guarda e a recuperação de objetos eventualmente recolhidos.
Diversos pontos de Águas Claras foram atendidos
Em Águas Claras, as equipes passaram por locais previamente mapeados, incluindo áreas próximas ao Parque Ecológico, à Estação Arniqueiras, à Avenida Boulevard, à Rua 25 Sul, à Praça Quero-Quero, à Praça das Gaivotas e à Avenida Parque Águas Claras, além de outros pontos identificados pelos órgãos responsáveis.
A operação também foi realizada em diferentes regiões de Ceilândia, dando continuidade às ações do GDF voltadas ao atendimento de pessoas em situação de rua e à ampliação do acesso aos serviços de assistência social.
Segundo o governo, o trabalho busca oferecer acolhimento e orientação de forma humanizada, respeitando a decisão voluntária dos atendidos quanto à adesão aos serviços disponibilizados.







