• EUA correm o risco de enfrentar uma escassez de vacinas contra a Covid
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:54

    Quem tomou a primeira dose do imunizante, pode ficar sem a segunda. Na Califórnia, o estacionamento de um resort da Disney virou um posto de vacinação, com centenas de pessoas ansiosas pra serem imunizadas. EUA podem enfrentar escassez de vacinas contra covid Os Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma escassez de vacinas contra a Covid. Até agora estados e municípios lutaram pra acelerar a vacinação, enquanto as doses aplicadas se mantinham abaixo do planejado. Esta semana o secretário de Saúde do governo federal, Alex Azar, criticou os estados por estarem vacinando devagar. Ele pediu que fossem abertas as imunizações para pessoas com mais de 65 anos, dizendo que liberaria todo o estoque federal. O estado de Nova York atendeu ao pedido imediatamente, e autorizou todos com mais de 65 anos a se vacinarem. A demanda aumentou. Também abriram mega centros de vacinação, acelerando o processo. Agora o risco é não ter vacina. O governo federal emitiu uma nota para dizer que as declarações do secretário não eram exatamente o que os estados entenderam, e não há reserva pra toda a demanda de vacinas. Em Nova York aplicações agendadas começaram a ser canceladas hoje, e em alguns hospitais novas marcações estão suspensas. O prefeito disse que nos últimos 4 dias 125 mil pessoas foram vacinadas e que o número está aumentando todo o dia. O abastecimento pra cidade é de 100 mil doses por semana, o que faria a vacinação aqui parar na semana que vem. Na califórnia, o estacionamento de um resort da Disney virou um super posto de vacinação, com centenas de pessoas ansiosas para serem imunizadas. Com o alerta dos médicos de que têm vacina para uma semana, eles não sabem ainda como será depois disso. A solução para esse problema deve ficar para o próximo presidente, já que faltam apenas cinco dias para Donald Trump deixar a Casa Branca. Nesta sexta-fira (15), Joe Biden apresentou seu plano de combate à pandemia, e prometeu acelerar a vacinação que até agora classificou como um fracasso terrível. O plano é ambicioso. Biden quer construir postos de vacinação, usar farmácias, criar equipes móveis pra imunizar contra a Covid. Ele prometeu aplicar 100 milhões de doses da vacina nos primeiros 100 dias de governo. Vai lançar uma campanha para mostrar a segurança da vacina, questionada com informações falsas e teorias da conspiração. O presidente eleito disse também que vai tornar obrigatório o uso de máscaras em todos os lugares que o governo federal puder fazer essa exigência, que politizar as máscaras foi uma coisa rídicula. Não é uma questão de política. É sobre salvar vidas.

  • Voo que iria para Índia buscar vacina contra a Covid-19 é adiado e avião retorna para Campinas, diz Azul
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:52

    Avião deveria sair do Recife às 23h desta sexta-feira (15), mas partida foi cancelada, de acordo com a empresa. Aeronave iria para Mumbai e nova data não foi anunciada. Voo para buscar vacinas contra Covid-19 na Índia é adiado Foi adiado, nesta sexta-feira (15), o voo previsto para sair do Recife para Mumbai, na Índia, para buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford para o Brasil. A informação foi confirmada pela Azul Linhas Aéreas, responsável pela aeronave. À noite, a empresa disse que o avião voltará para Campinas (SP), base da companhia no Brasil. Não foi informada nova data da viagem (veja vídeo acima). Nesta sexta, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que vai atrasar até três dias a saída do Brasil do avião destacado para buscar na Índia 2 milhões de doses adquiridas do laboratório indiano Serum. A aeronave da Azul saiu do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e chegou a fazer uma escala na capital pernambucana, na quinta-feira (14). Até a última atualização desta reportagem, a empresa não havia informado o horário em que o avião retornaria a São Paulo. Avião que deveria partir do Recife para a Índia teve partida adiada, segundo a Azul, neta sexta (15) Pedro Alves/G1 A empresa aérea disse que "está preparada pra voar, mas precisa aguardar o Ministério da Saúde resolver questões do fornecimento dos imunizantes". O governo federal não tinha se pronunciado sobre o caso, até a última atualização desta reportagem. Motivos Avião que vai buscar 2 milhões de doses de vacina contra Covid-19 na Índia sairá do Recife A operação esbarrou na burocracia logística internacional entre os governos dos dois países. Nesta sexta-feira (15), Jair Bolsonaro (sem partido) disse, em entrevista à TV Bandeirantes, que "pressões políticas" na Índia retardaram a partida do avião brasileiro. Na quinta-feira, um porta-voz da Índia disse que “é muito cedo para dar uma resposta”, sobre a exportação para o Brasil e outros países. Lotes A ìndia, que tem população de mais de 1,3 bilhão de pessoas, começou a própria campanha de vacinação na mesma semana que o governo brasileiro decidiu que enviar o avião a Mumbai. As 2 milhões de doses da vacina de Oxford faz parte de um lote de importação solicitada pela Fundação Oswaldo Cruz ao laboratório Serum. A Índia responde pela produção de aproximadamente 60% das vacinas utilizadas no mundo. No Brasil, há a previsão, ainda, de utilização de 6 milhões de doses da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan com tecnologia do laboratório chinês Sinovac. Não há, no entanto, aprovação de nenhum imunizante no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária marcou para domingo (17) a reunião de sua diretoria para deliberar sobre os pedidos de autorização emergencial dessas duas vacinas. VÍDEOS: Novidades sobre as vacinas contra a Covid-19 Initial plugin text

  • Incorporação da Coronavac no plano nacional de vacinação afasta possibilidade de compra via Fecam
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:51

    Instituto Butantan diz que por causa da decisão do Ministério da Saúde de incorporar vacina ao programa nacional, terá de encaminhar todas as doses à União. Fecam comenta mobilização entre os municípios de SC para vacinação A decisão do Ministério da Saúde de concentrar a vacinação e fazer a compra da Coronavac acabou afastando a possibilidade de os municípios fazerem essa compra via Federação Catarinense de Municípios (Fecam). Em nota, o Instituto Butantan afirmou que a decisão do ministério de incorporar a vacina ao programa nacional de imunização tornou necessário que ele encaminhe todas as doses à União. Vacinação contra Covid-19: doses serão enviadas a munícipios em 24 horas após chegarem em SC, diz Moisés Vacina contra Covid-19: Entenda como estão os preparativos e planejamento logístico em SC Ministério da Saúde pede ao Butantan entrega 'imediata' de 6 milhões de doses O protocolo de intenções de compra entre a Fecam e o instituto foi assinado em 10 de dezembro em São Paulo. A ideia era que, após a aprovação da vacina por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), municípios catarinenses pudessem comprar doses da vacina independentemente do governo do estado. Ainda em nota, o Butantan afirmou que caberá ao programa nacional de imunização a distribuição das doses pelo território nacional. Dagmara Spautz fala sobre expectativa dos municípios para vacinação contra Covid-19 O presidente da Fecam, Paulo Weiss, disse em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina que “a gente sempre falou para toda a imprensa que esse era o plano B da Federação Catarinense dos Municípios. Logicamente que o plano A era seguir o plano nacional de imunização juntamente com o plano estadual de imunização". A Fecam foi a primeira federação de municípios do país a assinar um protocolo de intenções com o Instituto Butantan para adquirir a vacina. Imunização em SC As cidades de Santa Catarina começaram a se preparar para a campanha de vacinação contra a Covid-19. Cada órgão municipal deve definir os planos de imunização, a logística e a quantidade de insumos necessários para abranger os moradores que pertencem ao primeiro grupo da campanha. Alguns preveem agendamento, sistema de drive-thru, ônibus itinerante e vacinação a domicílio. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) afirma que já possui um plano com a logística da aplicação de doses e afirma ter em estoque 9,5 milhões de seringas e 3 milhões de agulhas. A expectativa aumentou com a promessa para começar a campanha nacional de vacinação no dia 20 de janeiro, que ainda depende da aprovação do uso emergencial dos imunizantes pela Anvisa. Initial plugin text VÍDEOS: Destaques do G1 SC no Bom Dia Santa Catarina Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • Variante do coronavírus do Amazonas está entre as três que preocupam os cientistas
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:51

    Desde que a primeira versão do Sars-Cov-2 apareceu na China, os cientistas já listaram mais de 800 variantes em todo o mundo. Mais de 800 variantes do coronavírus circulam pelo mundo. Das centenas de variantes do coronavírus que circulam atualmente pelo mundo, três preocupam os cientistas. Entre elas, a do Amazonas. Vírus são mestres na arte de mudar. Mas um vírus só evolui se puder se multiplicar. O que em uma pandemia acontece toda hora, em todo lugar e em grandes proporções. Nessa semana, a Organização Mundial da Saúde reuniu virtualmente pesquisadores de 124 países, incluindo o Brasil, para falar das pesquisas sobre as variantes. Segundo a organização, “altos níveis de transmissão significam que nós devemos esperar o surgimento de mais variantes”. Desde que a primeira versão do Sars-Cov-2 apareceu na China, os cientistas já listaram cerca de 800 variantes em todo o mundo. Mas três ganharam atenção especial: as que foram identificadas na África do Sul, no Reino Unido e, nesta semana, no Brasil, no Amazonas. “Atualmente, as linhagens estão sendo classificadas em linhagens que as pessoas têm que tomar mais cuidado. Então, essa entrou no rol desse grupo menor de linhagem das quais os cientistas acham que deve ter uma preocupação especial”, explica Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical/ FMUSP. Segundo a nota técnica da Fiocruz do Amazonas, a evolução partiu de uma linhagem que circulava no estado desde abril do ano passado. Mas uma rápida taxa de mutação foi detectada entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. A preocupação dos cientistas é que a variante do Amazonas tem mutações parecidas com as encontradas nas outras duas, justamente nas espículas, ou spikes, a "chave" que o vírus usa para entrar nas células. O coordenador dos pesquisadores que monitoram a evolução do Sars-Cov-2 diz que ainda é cedo para dizer que a linhagem brasileira também é mais contagiosa, mas explica que esse tipo de variante tende a prevalecer. “O sentido de toda evolução, de qualquer espécie, é que a espécie tenha mais habilidade de passar os seus genes adiante. Para o vírus, isso vai estar representado justamente na transmissibilidade. Quanto mais transmissível ele for, mais esses genes que ele tem vão se distribuir. Então, está dentro daquilo que Darwin nos ensinou”, explica Fernando Spilki, virologista e professor da Universidade Feevale/ RS. Os cientistas lembram que as mutações dos vírus são globais. A linhagem do Amazonas poderia ter surgido em qualquer lugar do mundo. No entanto, variantes têm mais chance de aparecer nos lugares com mais casos da doença. A matemática é simples: o vírus se espalha fazendo cópias dele mesmo – que, às vezes, não saem exatamente iguais ao original. É assim que acontece a mutação. Então, quanto mais pessoas o coronavírus consegue infectar, mais chances terá de evoluir. Os pesquisadores dizem que a vacina é urgente para barrar esse processo, mas lembram que a transmissão de todas as variantes do coronavírus é igual, e as medidas de prevenção devem ser também. “Quando você freia a disseminação do vírus, você também freia a evolução do vírus. E a gente faz isso como? Com medidas de distanciamento social, com lavagem das mãos e a utilização das máscaras. Com essas medidas, a gente consegue impedir tanto a infecção pelo vírus original quanto pela nova variante”, explica o pesquisador da Fiocruz Amazônia Felipe Naveca.

  • Minas Gerais atinge recordes tristes de ocupação de leitos e de casos novos de Covid
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:49

    Os índices do coronavírus no estado começaram a subir depois do Natal e do Ano Novo porque muita gente desrespeitou os protocolos de prevenção da doença e se reuniu em festas. Minas Gerais tem recorde de casos novos na pandemia Minas Gerais também está atingindo recordes de ocupação de leitos e de casos novos. Segundo especialistas, consequência direta das festas de fim de ano. O churrasco de Ano Novo desta família de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço Mineiro, terminou com 11 pessoas contaminadas pelo coronavírus. “A gente acha que não vai acontecer com a gente e na hora que acontece eu levei um baque e a preocupação maior era minha vó, por já ser de idade, ter os problemas de saúde dela. A gente ficou muito aflito esse tempo que a gente passou infectado”, conta a escriturária Luana Lírio. Em 24 horas, Minas Gerais teve 9.120 casos de Covid. É o maior número de toda a pandemia; 154 mortes foram registradas só de quinta (14) para sexta (15). Ao todo, já são mais de 13 mil mortes pelo coronavírus no estado. Os índices da Covid começaram a subir depois do Natal e do Ano Novo porque muita gente desrespeitou os protocolos de prevenção da doença e se reuniu em festas. A explosão de novos casos registrados depois das aglomerações do fim do ano está pressionando o sistema de saúde de Minas Gerais. A maior preocupação é com a ocupação dos leitos de UTI. Em Belo Horizonte, a taxa bateu recordes seguidos e agora está em 83,4%. A ocupação dos leitos de enfermaria exclusivos para Covid está em 69,3% na capital. A cidade segue com o comércio não essencial fechado para tentar reduzir os indicadores e desafogar os hospitais. Para quem ainda não se convenceu da gravidade da situação, a infectologista Luana Araújo avisa: “O que a gente está vendo agora é um aumento absurdo no número de casos. É muito maior do que qualquer pequena elevação, então, o sistema tem muita dificuldade de absorver. As pessoas que não têm Covid e precisam de acesso ao sistema estão com dificuldade de conseguir esse acesso. O comportamento da pandemia é diretamente relacionado ao comportamento da população, então é preciso que todos ajam como sociedade, como grupo, e que se protejam a todos”, afirma.

  • Prefeitura de Londrina altera o horário de funcionamento do comércio aos sábados
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:47

    Lojas poderão abrir das 9h às 13h, no dia 23 de janeiro. Decreto manteve horário de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, entre os dias 18 e 22. O Calçadão de Londrina Kathulin Tanan/RPC Londrina Um decreto publicado pela Prefeitura de Londrina, no norte do Paraná, nesta sexta-feira (15), alterou o horário do comércio para o sábado. A medida estabeleceu o funcionamento dos estabelecimentos entre 18 e 23 de janeiro. Segundo o documento, as lojas poderão funcionar das 9h às 13h, no dia 23 de janeiro. Antes, o comércio estava autorizado a funcionar das 9h às 18h, aos sábados. Para os dias úteis, de segunda a sexta-feira, a prefeitura manteve o horário das 9h30 às 18h30, assim como foi na semana anterior. Já os shoppings poderão abrir das 10h às 22h, de segunda a sábado, e em horário regular, aos domingos, conforme o decreto. Coronavírus De acordo com a prefeitura, as mudanças nos horários do comércio são para evitar o avanço da pandemia do novo coronavírus. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias Dados publicados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta sexta, mostram que Londrina tem 30.730 casos confirmados e 461 mortes provocadas pela doença. Em todo o Paraná, a secretaria registra 8.966 mortes e 493.621 diagnósticos. VÍDEOS: Boa Noite Paraná de sexta-feira, 15 de janeiro Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

  • Região tem recorde casos e mortes de Covid em uma semana desde o início da pandemia
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:47

    Número de casos nos últimos sete dias é 60,6% maior do o pico de casos semanais na primeira onda, ocorrido em julho. Arte da ação do coronavírus no organismo humano Reprodução/TV Globo A região bateu recorde de casos e mortes de Covid-19 registrados em uma semana, desde o início da pandemia. De sábado (9) até esta sexta-feira (15) foram confirmados 4.151 novos infectados e 57 óbitos (até a última atualização dessa reportagem). O maior número de mortes registrado até então havia sido no início de julho, com 56. Nesta semana, também foi registrado o maior número de mortes em um único dia, em 11 de janeiro: 15. Número igual apenas ao de 17 de agosto. Foram registradas mortes em 19 dos 42 municípios da área de cobertura do G1 São Carlos e Araraquara. Em São Carlos foram 7 óbitos em uma semana. Em Rio Claro houve 6 mortes. Foram confirmados 4 óbitos em Aguaí, Araraquara, Araras, Conchal, Leme, Matão e Mococa. Em Pirassununga e São João da Boa Vista foram registrados 3 óbitos. 2 mortes foram confirmadas em Ibaté e Porto Ferreira. Houve um óbito em Águas da Prata, Descalvado, Ribeirão Bonito e Santa Rita do Passa Quatro. Casos Pela segunda semana, o número de casos bateu recorde. O total é 15,2% maior do que o registrado na semana passada e 60,6% maior do o pico de casos semanais na primeira onda, ocorrido em julho (veja gráfico abaixo). Durante três dias seguidos, 11, 12 e 13 de janeiro, foram registrados mais de 800 casos em 24 horas, os maiores números desde o início da pandemia. Assim como no caso das mortes, São Carlos foi o município que registrou maior número de casos, com 520 em sete dias. Veja a situação de cada cidade na tabela abaixo. Situação de casos e mortes nas cidades da região

  • VÍDEOS: Jornal da Tribuna 2ª Edição de sexta-feira, 15 de janeiro
    on 16 de janeiro de 2021 at 00:45

    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Baixada Santista e do Vale do Ribeira.