• Nove armas de fogo são apreendidas por dia na Bahia, de janeiro a setembro de 2020
    on 27 de setembro de 2020 at 19:26

    Flagrantes aconteceram em Salvador, na região metropolitana e no interior do estado, segundo balanço divulgado pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia. Armas foram apreendidas entre janeiro e setembro de 2020, na Bahia Alberto Maraux/SSP-BA De janeiro a setembro de 2020, 2.253 armas de fogo foram apreendidas na Bahia, o que representa uma média de nove por dia. Metralhadoras, entre elas uma antiaérea calibre 50, fuzis, espingardas, pistolas e revólveres foram retirados das ruas. O balanço foi divulgado pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), neste domingo (27). Segundo a SSP, os flagrantes aconteceram em Salvador, na região metropolitana e no interior do estado. Entre as apreensões, na cidade de Belmonte, dia 13 de setembro, uma metralhadora antiaérea calibre 50 e quatro fuzis foram localizados. Em Salvador, uma ação integrada do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), com o Comando de Policiamento Especializado (CPE), também apreendeu dois fuzis, uma carabina, duas metralhadoras e cinco espingardas, no bairro de São Gonçalo, no dia 18 de agosto. Cinco criminosos morreram em confronto com a polícia. Metralhadoras, entre elas uma antiaérea calibre 50, fuzis, espingardas, pistolas e revólveres foram retirados das ruas Alberto Maraux Já nas últimas 48 horas, 20 armas de fogo foram apreendidas em Salvador, região metropolitana e interior. Na cidade de Nilo Peçanha, três pistolas e dois revólveres foram encontrados com uma quadrilha. Cinco suspeitos morreram em confronto com a polícia. Em Camaçari, cinco espingardas e um revólver foram encontrados durante ações das polícias Civil e Militar. Dois homens e uma mulher, integrantes de uma facção, foram presos. Na cidade de Araçás, uma espingarda e um revólver foram encontrados durante cumprimentos de mandados de busca e apreensão. Já em Salvador, durante uma blitz, duas pistolas fabricadas na Áustria e nos EUA foram encontradas com um adolescente e um adulto, no bairro de Cajazeiras. Outras armas foram encontradas nos bairros de Nordeste de Amaralina e Boca do Rio, na capital, e na cidade de Alagoinhas. Veja mais notícias no G1 Bahia. Cerca de 9 armas por dia são apreendidas na Bahia Alberto Maraux/SSP-BA

  • Shere Hite, a mulher que 'chocou o mundo' há 40 anos, perguntando a milhares de mulheres sobre o orgasmo
    on 27 de setembro de 2020 at 19:25

    O 'Relatório Hite' deu uma espécie de credibilidade científica às afirmações que as mulheres, especialmente as brancas heterossexuais, estavam fazendo sobre profunda insatisfação com suas vidas domésticas e com o casamento heterossexual Shere Hite foi uma figura controversa nos EUA nas décadas de 70 e 80 Santi Visalli/ Getty Image Imagine uma mulher loira atraente com olhos azuis e batom vermelho na frente de uma máquina de escrever. A imagem era de um anúncio com um slogan que dizia: "A máquina de escrever que é tão inteligente que ela não tem que ser." Quando a jovem modelo concordou em participar da propaganda, desconhecia que essa seria a mensagem. Na verdade, ela pensou que havia sido selecionada porque "datilografava muito bem", lembrou Joan Smith, escritora britânica e ativista de direitos humanos. Mas, no momento em que a jovem modelo viu o anúncio, ficou indignada e não foi a única. Integrantes da Organização Nacional de Mulheres dos Estados Unidos se reuniram em frente aos escritórios da empresa de publicidade em Nova York. Ela se juntou ao grupo e protestou contra a propaganda que havia estrelado para pagar seus estudos de pós-graduação em História Social na Universidade de Columbia, em Nova York, uma das mais renomadas dos EUA. Era a década de 1970 e a modelo em questão se chamava Shere Hite. Anos depois, Hite acabaria se tornando uma heroína do feminismo e seu livro revolucionaria os conceitos sobre a sexualidade feminina. A BBC News Mundo relembra sua história após sua morte no último dia 9 de setembro, aos 77 anos. 3.500 mulheres Após o incidente do anúncio, Hite começou a participar de reuniões da Organização Nacional para Mulheres. Seu primeiro livro, "The Hite Report", foi publicado em 1976 Getty Images Em uma delas surgiu o tema orgasmo e uma das questões que gerou silêncio entre as participantes foi: todas as mulheres o experimentam? Isso foi lembrado por Smith no artigo "Shere Hite: On female sexuality in the 21st century" ("Shere Hite: Sobre a sexualidade feminina no século 21", em tradução livre para o português), publicado em 2006 no jornal britânico The Independent. Alguém sugeriu a Hite que investigasse o assunto e ela aceitou o desafio. Para isso, ela elaborou questionários sobre a vida sexual que foram respondidos, de forma anônima, por cerca de 3,5 mil mulheres nos Estados Unidos. Não eram questões de múltipla escolha - as participantes podiam escrever abertamente sobre suas experiências sexuais. Qual é a função do orgasmo feminino? Assim nasceu o livro: "The Hite Report: Nationwide Study of Female Sexuality" ("O Relatório Hite: Um estudo nacional sobre Sexualidade Feminina", em tradução livre para o português), que foi publicado em 1976 e que "quebrou tabus e escandalizou o mundo", como Smith apontou. A obra tornou-se um best-seller. Estima-se que 50 milhões de cópias foram vendidas em todo mundo. "30 anos atrás, um livro de uma escritora americana desconhecida tomou o mundo de assalto. Sua autora, uma jovem estudante de graduação, havia desmascarado um dos grandes mitos sobre a sexualidade feminina: que a maioria das mulheres deveria ser capaz de atingir o orgasmo através da relação sexual", escreveu Smith. "Credibilidade" Jack Halberstam, professora de Estudos de Gênero do Instituto de Pesquisa sobre Mulheres, Gênero e Sexualidade da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, lembra que o livro de Hite surgiu em um momento em que o movimento pelos direitos das mulheres nos Estados Unidos ganhava força e mudanças começavam a ser observadas na sociedade. Manifestação do movimento pelos direitos das mulheres em Washington em 1970 Don Carl Steffen/ Gamma-Rapho via Getty Images Muitas mulheres se organizaram, por exemplo, para falar sobre o aborto; outras sobre comunidades lésbicas e relações patriarcais. "O 'Relatório Hite' foi muito importante porque deu uma espécie de credibilidade científica às afirmações que as mulheres, especialmente as brancas heterossexuais, estavam fazendo sobre profunda insatisfação com suas vidas domésticas e com o casamento heterossexual", diz Halberstam à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC. Segundo a especialista, as constatações do 'Relatório Hite' levaram a muitas discussões sobre a relação desigual de mulheres e homens no que diz respeito ao prazer em uma dinâmica heteronormativa, e "acho que uma das grandes revelações de sua obra foi que poucos mulheres relataram ter orgasmos" ao praticar sexo com penetração convencional. É que mais de 70% das mulheres que participaram do estudo disseram que não conseguiam chegar ao orgasmo por meio do sexo com penetração e que precisavam de estimulação no clitóris para alcançá-lo. Hite escreveu: "Os pesquisadores devem parar de dizer às mulheres o que elas devem sentir sexualmente e começar a perguntar como elas se sentem sexualmente". "Uma bomba" Não é que o orgasmo feminino ou a sexualidade das mulheres não fossem temas discutidos antes, esclarece Halberstam. Milhares de mulheres nos Estados Unidos se organizaram para discutir questões que as afetavam não apenas do ponto de vista político e social, mas também sexualmente Don Carl Steffen/ Gamma-Rapho via Getty Images Cada período da história teve uma narrativa diferente sobre o prazer feminino. Por exemplo, no século 16, este era considerado chave para a reprodução. "Acreditava-se que uma mulher precisava ter um orgasmo para conceber um bebê. Porém, mais tarde, quando as pessoas perceberam que o orgasmo feminino não era necessário para a concepção, surgiu um novo conjunto de suposições sobre o prazer feminino que se fundiu com o estilo vitoriano", diz Halberstam. O que diferencia o livro de Hite é o contexto em que foi produzido. "No cenário psicológico americano, a incapacidade de uma mulher de chegar ao clímax em um encontro heterossexual era entendida como seu fracasso, atribuído à sua frigidez ou talvez houvesse algo errado com ela fisicamente", acrescenta Halberstam. "Mas a obra de Hite mostrou que um grande número de mulheres não pode atingir facilmente o orgasmo em relacionamentos heterossexuais penetrativos. Essa foi uma grande bomba lançada sobre a sociedade americana." "Diria que foi um desafio para o ego masculino", reflete a professora. "Muitos homens pensavam que apenas estar lá levava as mulheres a paroxismos de alegria e prazer, mas estava muito claro que as mulheres relataram altos graus de insatisfação em suas vidas de casadas e isso foi impactante." Hite escreveu: "Muitos homens ainda parecem acreditar, de uma forma bastante ingênua e egocêntrica, que o que os faz se sentir bem é automaticamente o que faz as mulheres se sentirem bem." 'A verdadeira revolução sexual' Jornalista, escritora e pesquisadora britânica, Julie Binder participa, desde 1979, de campanhas de combate à violência contra mulheres e meninas. Luta pela igualdade de gênero nos Estados Unidos atraiu mulheres de diferentes grupos sociais Ann E. Zelle/ Getty Images Para ela, foi Hite quem, de muitas maneiras, "deu início à verdadeira revolução sexual para as mulheres". "Embora a revolução sexual dos anos 1960 tenha popularizado a pílula anticoncepcional, o que obviamente significou que as mulheres puderam evitar uma gravidez indesejada, e isso gerou um impacto enorme na vida delas, os homens saíram mais beneficiados desse processo, porque tiveram acesso desenfreado às mulheres", argumenta Bindel. "Por meio do estudo de Shere, ficamos sabendo que muitas mulheres, que usavam o risco de engravidar como desculpa para evitar o sexo com penetração, passaram a achá-lo doloroso, desagradável e nem um pouco estimulante", acrescenta Bindel. Quando Hite realizou seu estudo, percebeu que havia sexólogos homens que tendiam a analisar a sexualidade feminina sob uma perspectiva masculina. "Eles achavam que se a mulher não gostava de penetração era porque ela tinha um problema, que poderia ser psicológico ou físico e que talvez justificasse o uso de um medicamento ou cirurgia", diz Bindel. Hite argumentou que isso não fazia sentido e que para as mulheres desfrutarem da sexualidade, deviam ter uma excitação sexual adequada. "Dizia que a penetração não excitava as mulheres e que isso incomodava terrivelmente algumas pessoas", explicou Hite ao jornal britânico The Guardian em uma entrevista em 2011. "Um mundo de possibilidades" Hite perguntou às mulheres sobre suas experiências com o orgasmo porque "as respostas sexuais das mulheres foram ignoradas" e havia sexólogos que insistiam que a maneira de encontrar prazer era através da penetração, explica Bindel. Lésbicas também realizaram manifestações e debates em defesa dos direitos das mulheres nos Estados Unidos. Esta foto é de 1978 Ann E. Zelle/ Getty Images O que Hite revelou em seu primeiro livro foi "o que as mulheres já sabiam", mas sobre o que dificilmente se falava na época: a importância da estimulação clitoriana para atingir o orgasmo. "Foi revolucionário porque permitiu que as mulheres falassem sobre assuntos que eram extremamente incômodos e até embaraçosos, porque nos disseram que não devíamos falar sobre sexo, mas que tínhamos de aguentar", diz Bindel. "Isso abriu um mundo de possibilidades para nós. Passamos a poder ter essas conversas sem nos sentirmos estranhas ou constrangendo as pessoas ao nosso redor", acrescenta. Na década de 1970, falar sobre masturbação era um tabu. Mas, para Hite, se tratava de um assunto fundamental, pois seu estudo mostrou a importância para as mulheres de encontrar prazer sexual em si mesmas. "Ela não estava atacando os homens, mas tentando educar os dois sexos sobre os fatos biológicos por trás do prazer sexual", disse Smith. "Mas se sua insistência para que as mulheres fossem ouvidas foi inovadora, sua vinculação das relações sexuais aos direitos humanos, a ideia de que o que acontece durante as relações sexuais levanta questões de igualdade e justiça foi revolucionária", acrescentou. Elemento emocional Bindel destaca que outro mérito de Hite é que ela convidou para a conversa não apenas mulheres com alto nível de escolaridade ou da elite social, mas também as da classe trabalhadora, aquelas que não tinham acesso aos debates nas universidades. Grupo de manifestantes protesta contra concurso Miss Mundo nos Estados Unidos em dezembro de 1970 W.Breeze/ Evening Standard/ Getty Images Em pesquisas subsequentes, a autora abordou o elemento emocional na sexualidade feminina, um tema que as mulheres também queriam discutir. "Naquela época, o movimento de libertação das mulheres estava criando grupos nos quais as participantes expressavam que estavam sexualmente, emocionalmente e romanticamente insatisfeitas e que sentiam que os homens tendiam a não fazer um esforço para que se sentissem bem consigo mesmas e com o relacionamento", diz a escritora. Hite levou muitas mulheres a considerar que poderiam fazer exigências na esfera mais íntima e também a exercer controle sobre suas experiências sexuais: sua obra "libertou muitas mulheres da insatisfação", diz Bindel. A jornalista Katharine Q. Seelye, do jornal americano The New York Times, concorda. "Para todas as mulheres que fingiram orgasmos durante a relação sexual, o 'Relatório Hite' ajudou a despertar seu poder sexual e foi visto como um avanço rápido na liberação feminina", escreveu ela no obituário de Hite. Críticos O livro de Hite foi, no entanto, duramente criticado por alguns setores da sociedade americana, que apontaram nele falhas metodológicas, como uma amostra pouco representativa das mulheres. Líderes icônicas do movimento feminista, como Gloria Steinem (foto), e Barbara Ehrenreich defenderam Hite Getty Images Mas as críticas não se restringiam à metodologia. Conservadores, sobretudo grupos religiosos, acusaram Hite de querer destruir a família e os relacionamentos. A revista Playboy, para a qual ela posara uma vez, chamou sua obra de "The Hate Report" ("O Relatório do Ódio", em tradução livre). Outros disseram que ela deveria mudar seu nome para "Sheer Hype" ("Puro Hype"), um trocadilho com seu nome que sugeria que Hite estava apenas buscando se promover. Alguns até disseram que ela odiava homens. "Hite sofreu muitas críticas injustas, assédio e difamação", lembra Bindel. Feministas americanas importantes, como Gloria Steinem e Barbara Ehrenreich, vieram em sua defesa e denunciaram que os ataques contra ela eram fruto do machismo e contra o feminismo. Hite acabou recebendo ameaças de morte e decidiu deixar os EUA. Sobre homens Apesar das críticas, ela seguiu adiante e, como aponta Bindel, mergulhou ainda mais em suas pesquisas. Depois de deixar os Estados Unidos, Hite se estabeleceu na Europa. Ela morreu em Londres Yvonne Hemsey/ Getty Images Assim nasceu o livro: "The Hite Report on Men and Male Sexuality" ("O Relatório Hite sobre Homens e Sexualidade Masculina"), publicado em 1981, e no qual participaram mais de 7 mil homens. Isso porque uma das abordagens de Hite era em que medida os homens também eram vítimas de pressupostos culturais. "Os direitos humanos dos homens são ignorados ao dizermos a eles que eles sempre precisam ter uma ereção?", questionou ela. Em 1987, Hite lançou "Women and Love: A Cultural Revolution in Progress" ("Mulheres e Amor: Uma Revolução Cultural em Andamento", em tradução livre). "Um dia, ela aparecia no talk show de Oprah Winfrey (apresentadora de TV americana) e no dia seguinte, em frente a uma plateia lotada na Universidade de Oxford, na Inglaterra, oferecendo ao público uma rara entrada no santuário interno dos quartos de outras pessoas", escreveu Emily Langer, repórter do jornal americano The Washington Post, em outro obituário de Hite. Seus estudos continuaram a receber críticas por razões semelhantes: metodologias de pesquisa não rigorosas. Na verdade, alguns acadêmicos e cientistas sociais os chamaram de pseudociência. Até o número muito limitado de entrevistados foi questionado. "Em uma entrevista que fiz com ela, ela me lembrou que (Sigmund) Freud entrevistou apenas três mulheres como base para seu trabalho mais conhecido", lembra Bindel. Em 1995, Hite renunciou à cidadania americana e se estabeleceu na Europa. Ela continuou a ser uma figura polêmica, mas vários especialistas concordam que Hite não só ajudou muitas mulheres a pensar sobre sua própria sexualidade, mas também mudou a perspectiva de alguns homens, talvez por isso, alguns também se lembrem dela como educadora sexual.

  • Prefeito de Curitiba Rafael Greca e primeira-dama são internados com Covid-19, diz assessoria
    on 27 de setembro de 2020 at 19:24

    Casal foi internado no Hospital Nossa Senhora das Graças, neste domingo (27), para tratarem de pneumonia após período de distanciamento social. Prefeito Rafael Greca (DEM) e primeira-dama Margarita Sansone foram internados, neste domingo (27), em Curitiba Reprodução/RPC O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (Democratas), e a primeira-dama, Margarida Sansone, foram internados com a Covid-19, neste domingo (27), segundo a assessoria de imprensa. O casal foi internado no Hospital Nossa Senhora das Graças para tratarem de pneumonia após período de distanciamento social. O prefeito informou, em publicação na rede social, que eles testaram positivo para o novo coronavírus, mas passam bem. Conforme a assessoria, o casal está está sendo acompanhado pela equipe de infectologia da unidade hospitalar. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

  • Vídeo mostra festa com 500 pessoas em chácara no interior de SP
    on 27 de setembro de 2020 at 19:23

    Guarda Municipal interrompeu festa no Jardim Felicidade, em Rio Preto (SP); uma adolescente foi levada para a delegacia. Guarda Municipal interrompe festa com 500 pessoas em chácara de Rio Preto Arquivo Pessoal Uma festa com cerca de 500 pessoas foi interrompida por guardas municipais, na madrugada deste domingo (27), no Jardim Felicidade, em Rio Preto (SP). Um vídeo enviado para a reportagem mostra o momento em que os agentes chegam ao evento com centenas de pessoas em uma chácara. Nas imagens, é possível ver pessoas aglomeradas, o que contraria as recomendações de distanciamento social durante a pandemia de Covid-19 (veja abaixo). Vídeo mostra festa com 500 pessoas em chácara de Rio Preto Segundo o boletim de ocorrência, equipes da Guarda Municipal foram até o local e encontraram diversas pessoas, entre elas adolescentes. Os responsáveis pelo evento foram identificados e admitiram que não tinham alvará para realizarem a festa. Eles foram notificados e a festa foi encerrada. Ainda de acordo com o boletim, uma adolescente de 17 anos foi levada para a delegacia e alegou que a festa cobrou R$ 20 das mulheres, R$ 30 para os homens, além de cobrar as vagas de estacionamento. Em seguida, ela foi liberada aos pais. Fila de carros de formou na entrada da chácara em Rio Preto Arquivo Pessoal Mais flagrantes A Polícia Militar interrompeu uma festa com cerca de 100 pessoas em uma chácara na rua Arlindo Franceschi, Jardim Veneza, em Rio Preto (SP), neste domingo (27). De acordo com a corporação, uma equipe foi informada sobre ocorrência de pertubação de sossego. No local, os PMs constataram que se tratava de um pancadão com cerca de 100 pessoas consumindo bebidas alcoólicas e mais de 300 veículos estacionados. PM interrompe festa com aglomeração em Rio Preto Divulgação/PM Além disso, foi constatado de que a festa teve convite público e a entrada foi um quilo de alimento. Ainda de acordo com a polícia, os responsáveis foram identificados e orientados a encerrar o evento, permanecendo o local trancado. Em Araçatuba (SP), quatro policiais militares foram agredidos durante uma abordagem em uma festa, na madrugada deste domingo (27), em Araçatuba (SP). O evento ocorreu em uma área de lazer na Chácaras Bandeirantes, e cerca de 60 pessoas estavam no local. Um estudante de 21 anos foi identificado e orientado a abaixar o som, mas se negou. Na sequência, o pai dele teria discutido com os policiais e incentivado outras pessoas a atacarem os PMs. Além do estudante e o pai dele, outras duas pessoas foram detidas. O caso foi registrado como lesão corporal, desacato e resistência. Um inquérito será instaurado. Veja mais notícias da região no G1 Rio Preto e Araçatuba

  • Jorge Marra, que atirou e matou candidato a vereador, é preso em Patrocínio
    on 27 de setembro de 2020 at 19:23

    O suspeito, que é irmão do prefeito da cidade, se entregou na tarde deste domingo (27) e presta depoimento na Delegacia Regional. Jorge Marra Secretário Obras Patrocínio Prefeitura de Patrocínio/Divulgação O ex-secretário de Obras de Patrocínio, Jorge Marra, autor dos disparos que mataram o candidato a vereador Cássio Remis, foi preso na tarde deste domingo (27) em Patrocínio. Ele se entregou na Delegacia Regional da cidade, onde presta depoimento aos delegados Valter André e Renato Mendonça. Após ouvir o depoimento, está prevista uma live da Polícia Civil com os delegados, que vão passar os detalhes sobre o que o ex-secretário declarou. Neste sábado (26), o G1 informou que a área de buscas pelo ex-secretário e irmão do prefeito de Patrocínio, Deiró Marra, havia sido ampliada até Uberlândia e também estendida até Brasília (DF). O mandado de prisão de Jorge Marra foi expedido pela Justiça na sexta-feira (25). Segundo Mendonça, desde que o crime ocorreu na última quinta-feira (24), cinco testemunhas foram ouvidas e outras devem depor ao longo da próxima semana, entre elas, um ex-prefeito de Perdizes, que não teve a identidade informada, suspeito de ajudar na fuga de Jorge Marra. O delegado também informou que até o momento não está previsto depoimento do prefeito Deiró Marra. O crime ocorreu na tarde da última quinta-feira (24) depois que Cássio Remis, 37 anos, fez uma live denunciando obras irregulares da Prefeitura. Jorge Marra apareceu e tomou o celular da vítima. Logo após, na porta da Secretaria de Obras, ambos discutiram e o então secretário pegou uma arma e atirou. Imagens de sistema de segurança registraram o crime. Após o crime, Jorge Marra fugiu. A caminhonete usada na fuga e a arma foram encontradas nesta sexta-feira, no município de Perdizes. No mesmo dia, Cássio Remis foi velado na Câmara Municipal. Ficha criminal O delegado Renato Mendonça informou que a arma usada por Jorge Marra era registrada, mas ele não tinha licença para portar o revólver. Falou também que o ex-secretário tem passagens pela polícia por dois crimes ambientais e, apesar de relatos de que ele andava armado, não tem nenhum nenhuma denúncia sobre agressão ou ameaça. "A polícia já havia recebido várias denúncias contra a Prefeitura, muitas delas feitas pelo Cássio envolvendo irregularidades administrativas, como o uso de equipamento público para obras particulares. Mas, como são crimes administrativos e não crimes do código penal, não abrimos inquérito. Os casos foram levados para o Ministério Público", contou. Investigação As imagens que mostram o momento em que Jorge Marra atira contra o candidato a vereador Cássio Remis foram apreendidas pela Polícia Civil para investigação. O delegado informou que pediu a prisão preventiva do autor dos disparos e já ouviu algumas testemunhas. No fim da tarde, a Justiça decretou a prisão. "O que chama mais atenção e não é possível ver pelas câmeras, mas foi relatado por testemunhas, é que depois que a vítima foi alvejada pelas costas e caiu no chão, o autor ainda dá mais três tiros, o que é considerado execução", relatou. A perícia constatou que Cássio Remis foi atingido por cinco disparos. Pai desabafa sobre crime Cássio Remis foi eleito vereador em 2008, e presidente da Câmara em 2013/2014. O político exerceu dois mandatos consecutivos 2009/2012 e 2013/2016. "Sempre atendeu principalmente as pessoas mais simples e pobres. E hoje foi, sem farda, covardemente morto por esse grupo que administra a cidade. Infelizmente, é até inadmissível numa cidade como Patrocínio as pessoas usarem da força pra que possa dominar todas as pessoas", disse Marcos Remis, pai da vítima. Ele também contou que o filho foi o vereador mais novo na história política da cidade e tinha uma longa carreira pela frente. "Dedicou a vida inteira a essa causa. Não teve infância, não teve balada, só se dedicava à política. E tinha, na verdade, pretensões futuras que eu tenho certeza que o horizonte já havia aberto pra ele. Talvez seja esse o motivo pra que eles pudessem ter assassinado de forma brutal e desleal.” Cássio Rémis já foi vereador de Patrocínio e havia se candidatado para as eleições de 2020 Reprodução/Facebook Homicídio Cássio Remis foi assassinado por volta das 15h30 de quinta-feira (24). Antes de morrer, a vítima estava na Avenida João Alves do Nascimento mostrando o processo de revitalização quando alegou na transmissão ao vivo que funcionários da Prefeitura eram usados para fazer serviços particulares em frente a uma residência que seria o comitê de campanha do atual prefeito, Deiró Moreira Marra. Nesse momento, o assassino saiu de um veículo, tomou o aparelho da vítima e voltou ao carro. Segundo o tenente-coronel Salomão Queiroz Caixeta, em seguida Remis foi atrás de Jorge Marra, que se dirigiu à Secretaria de Obras. Na porta do local, o candidato tentou pegar o telefone de volta, mas Marra atirou e fugiu. Live Pré-candidato a vereador em Patrocínio é atacado durante live A live de Cássio Remis foi postada por volta depois das 15h. Leia abaixo e assista ao vídeo que a vítima publicou em rede social antes de ser morta. "Boa tarde. Estamos aqui na avenida que está servindo para reforma e, para nossa surpresa, mas não para nossa estranheza, nós nos deparamos desde ontem com um arsenal de funcionários da Prefeitura sendo utilizados para fazer o calçamento de onde possivelmente será o comitê eleitoral do prefeito (...). Isso mesmo, funcionários da Prefeitura, maquinários da Prefeitura, com (...). Agora eu pergunto para vocês moradores dessa avenida, quantos de vocês tiveram a condição de ter esse asfaltamento aqui. Ninguém. Aqui, agora chegando o secretário para me agredir". Após o encerramento da transmissão ao vivo, Remis foi atrás de Jorge Marra. Em seguida, o crime ocorreu. Diversas pessoas foram para o local acompanhar o trabalho da polícia. Coletiva da Prefeitura Por volta das 17h30, o prefeito de Patrocínio falou com a imprensa e afirmou que ele não teve relação com a discussão entre Cássio e o irmão. Além disso, Deiró Moreira Marra rebateu a crítica feita pelo candidato a vereador durante a live. Veja abaixo trechos da coletiva: "Quero inicialmente dizer que nós estamos, de forma muito consternada, com tudo que aconteceu, com dor e com muito pesar que a gente percebe isso. Lamentamos tudo que aconteceu e essa sequência de fatos absolutamente injustificáveis, que culminaram na morte do vereador Cássio Remis por disparo de armas de fogo, infelizmente pelas mãos do meu irmão, Jorge Marra. Esperamos que todos os fatos sejam elucidados e apurados de forma transparente pelas polícias, com a mais absoluta isenção de tudo isso. É um fato que choca todos nós. Digo aqui que todas minhas diferenças de campo político sempre foram resolvidas através do debate, jamais tive qualquer atitude fora desse campo. Infelizmente não conheço e não sei de nenhum fato e de nenhuma ação que culminou nessa tragédia, mas posso aqui externar minhas condolências à família do vereador Cássio Remis. Em consideração ao posto que ele ocupou e sua trajetória estamos decretando luto oficial por três dias", disse aos jornalistas. Acusação durante a live "Reformar os passeios é uma questão trivial, não tem nada a ver", frisou o prefeito em entrevista. Deiró disse que o ex-vereador era adversário dele e fez várias acusações, "todas infundadas". "Mas nós transformávamos isso no debate político", ressaltou. Crime Ainda com relação ao crime, o prefeito pediu que a Justiça possa apurar todas o fato. "É uma tragédia, não tem e nunca terá minha aprovação. Isso não tem campo político nenhum para ser para ser explorado. As consequências que culminaram nessa discussão será elucidada. Quero tranquilizar a população que a gente não participa dessas atitudes", destacou. "Esperamos do fundo do coração que Deus possa dar muita paz e tranquilidade para nossas famílias, em especial tanto a nossa quanto a do ex-vereador, que possam ter tranquilidade para superar tudo isso. É uma tragédia. Decretei luto oficial", acrescentou. Trabalho na Prefeitura Na ocasião, o prefeito também disse que não acredita que a situação possa afetar a continuidade do trabalho dele na cidade. "Quem conhece o Deiró sabe que tenho uma tranquilidade pessoal muito grande, fui por várias vezes", concluiu. Candidato a vereador é atacado durante live e morto em Patrocínio Nota de pesar Romeu Zema "Estarrecido com o assassinato brutal do candidato a vereador em Patrocínio, Cássio Remis. É inadmissível que o ambiente político se transforme nisso. É preciso ter tolerância. Minha solidariedade à família dele. E para criminosos que agem com brutalidade: o rigor da lei e cadeia." Câmara Municipal "É com pesar que a Câmara Municipal de Patrocínio, vem em nome de todos os Vereadores e funcionários da Casa se solidarizar com os familiares e amigos pelo falecimento de Cássio Remis Santos. Cássio exerceu o cargo de Vereador de Patrocínio por dois mandatos, sendo Presidente da Casa nos anos de 2013 e 2014. Pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento de dor."

  • Casos de coronavírus na Paraíba em 27 de setembro
    on 27 de setembro de 2020 at 19:21

    Paraíba tem 119.783 casos confirmados e 2.797 mortes por coronavírus. São 52 casos e nove mortes confirmadas neste domingo (27). Casos de coronavírus na Paraíba em 27 de setembro Divulgação/Secom-JP A Paraíba tem 119.783 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas neste domingo (27). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 2.797 no estado desde o início da pandemia. Todos os 223 municípios paraibanos registraram casos da doença. Veja em que estados as mortes por Covid-19 estão subindo, em estabilidade ou em queda Foram registradas mais nove mortes em decorrência do coronavírus desde o último boletim: Mulher, 65 anos, residente em Esperança. Hipertensa e diabética. Mulher, 47 anos, residente em Bayeux. Diabética e cardiopata. Homem, 76 anos, residente em Caiçara. Sem informação de comorbidade. Mulher, 65 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa, diabética, obesa e tabagista. Homem, 73 anos, residente em Sapé. Hipertenso e tabagista. Homem, 70 anos, residente em Guarabira. Cardiopata e portador de doença renal. Homem, 84 anos, residente em Emas. Comorbidade não informada. Homem, 39 anos, residente em Vista Serrana. Sem informação de comorbidade. Homem, 37 anos, residente em João Pessoa. Obeso. A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 29%. Na região metropolitana de João Pessoa, 25% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 33%. No Sertão, 41% dos leitos de UTI estão ocupados. De acordo com a SES, pelo menos 364.933 testes para detecção do novo coronavírus foram realizados em pacientes na Paraíba, desde o início da pandemia. Boletim do coronavírus na Paraíba 119.783 casos confirmados 2.797 mortes 93.353 recuperados 223 cidades Cidades com casos confirmados e mortes por Covid-19 na Paraíba Saiba o que fazer se apresentar sintomas de contaminação na Paraíba Curva de contágio: evolução de casos confirmados, mortes, gráficos e dados

  • Após perseguição, PM-AC prende homem e recupera caminhonete roubada que seria levada para Bolívia
    on 27 de setembro de 2020 at 19:17

    Carro foi roubado do bairro Dom Giocondo, na capital, e apreendido em Senador Guiomard no sábado (26). Caminhonete roubada em Rio Branco foi recuperada em Senador Guiomard, no sábado (26) Ascom/Polícia Militar Um homem foi preso pela Polícia Militar durante uma perseguição no sábado (26) em Senador Guiomard, no interior do Acre. Com ele, a PM-AC apreendeu uma caminhonete que tinha sido roubada horas antes em uma casa do bairro Dom Giocondo, em Rio Branco. A polícia disse que recebeu informações do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) de que o veículo estava sendo levado para o país vizinho, Bolívia. Com a informação, policiais do 4º Batalhão da PM-AC interceptaram o veículo, com dois suspeitos em Senador Guiomard e fizeram o acompanhamento pela BR-317 até a BR-364. Os suspeitos tentaram escapar da polícia e houve troca de tiros, mas sem feridos. Um dos pneus do veículo furou e o motorista só parou quando bateu em um barranco às margens da rodovia. O passageiro conseguiu escapar por um matagal mesmo a polícia fazendo um cerco. O motorista e o veículo foram levados para a Delegacia de Flagrantes de Rio Branco (Defla) para prestar esclarecimentos. Vídeos do Jornal do Acre 2ª Edição:

  • Veja os patrimônios declarados por candidatos à Prefeitura de Aracaju
    on 27 de setembro de 2020 at 19:12

    Prazo para registro terminou às 19h deste sábado (26). Heloise Hamada/G1/Arquivo O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) recebeu o registro de 11 candidaturas à Prefeitura de Aracaju. O prazo se encerrou às 19h, deste sábado (26). Patrimônios de R$ 249 mil a R$ 3 milhões Além de confirmar a participação na disputa eleitoral, o registro de cada candidato no TSE disponibiliza informações interessantes aos eleitores, como a lista de bens dos postulantes à Prefeitura de Aracaju. A candidata a vice-prefeita, Ana Lúcia (PT) é dona do maior patrimônio, com mais de R$ 3 milhões declarados. O segundo na lista é o candidato Almeida Lima (PRTB), com patrimônio de cerca de R$ 2,4 milhões. O candidato Alexis Pedrão (PSOL) é o que declarou ter o menor valor patrimonial, pouco mais de R$ 249 mil. Veja a relação de todos os candidatos à Prefeitura de Aracaju registrados no TSE e suas declarações, em ordem alfabética: Alexis Pedrão (PSOL) Candidatura registrada em 25 de setembro Ocupação declarada: professor de ensino superior Bens declarados: R$ 249.400 Vice: Carol Quintiliano Ocupação declarada: advogada Bens declarados: nenhum Almeida Lima (PRTB) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: advogado Bens declarados: R$ 2.465.596,29 Vice: Dr. Luiz Eduardo Prado Ocupação declarada: médico Bens declarados: R$ 861.170,43 Danielle Garcia (Cidadania) Candidatura registrada em 22 de setembro Ocupação declarada: servidora pública estadual Bens declarados: R$ 460.000 Vice: Valadares Filho Ocupação declarada: administrador Bens declarados: R$ 387.611,58 Edvaldo Nogueira (PDT) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: prefeito Bens declarados: R$1.471.735,26 Vice: Katarina Feitosa Ocupação declarada: servidora pública estadual Bens declarados: R$ 122.191,68 Georlize Teles (DEM) Candidatura registrada em 23 de setembro Ocupação declarada: servidora público estadual Bens declarados: R$1.028.000 Vice: coronel Péricles de Menezes Ocupação declarada: policial militar Bens declarados: R$ 750.000 Gilvaní Santos (PSTU) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: industrial Bens declarados: R$ 505.000 Vice: Waltemir Augusto Ocupação declarada: outros Bens declarados: nenhum Juraci Nunes (PMB) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: advogado Bens declarados: R$ 13.500 Vice: Alda Rejane Ocupação declarada: empresária Bens declarados: nenhum Lúcio Flávio (Avante) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: advogado Bens declarados: R$ 258.075,66 Vice: Davi Lima Valente Calazans Ocupação declarada: advogado Bens declarados: nenhum Márcio Macêdo (PT) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: professor de ensino médio Bens declarados: R$ 1.087.743,71 Vice: Ana Lúcia Ocupação declarada: servidora pública civil aposentada Bens declarados: R$ 3.005.281,46 Paulo Márcio (DC) Candidatura registrada em 24 de setembro Ocupação declarada: polícia civil Bens declarados: R$ 289.482,76 Vice: Simone Vieira Ocupação declarada: outros Bens declarados: nenhum Rodrigo Valadares (PTB) Candidatura registrada em 25 de setembro Ocupação declarada: deputado Bens declarados: R$ 893.096,62 Vice: bispa, Vanilda Mafort Ocupação declarada: psicóloga Bens declarados: R$ 87.000