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Droga Sintética se Mostra um Perigo para os Jovens

27/09/2018

| por:Meiriane Soares

A morte da estudante de enfermagem Ana Carolina Lessa, de 19 anos, moradora de Águas Claras, após consumir droga sintética, mostra os perigos escondidos dentro desses comprimidos ou selos. Sem controle, os efeitos podem ser mais pesados que algumas horas com os sentidos mais aguçados, causando alucinações, palpitação e até a morte.

A jovem faleceu no dia 25 de junho deste ano que saiu de casa, em Águas Claras para ir à uma festa de música eletrônica. E retornou quase dois dias depois, quando foi localizada por amigos na casa de um conhecido da família no Sol Nascente. Levada para um hospital no Cruzeiro, não resistiu. O coração e os rins não suportaram.

Segundo laudo da PCDF, a jovem teria utilizado a substância N-Etilpentilona. Apesar de ter semelhança com o ecstasy, ela é mais forte e, por isso, mais perigosa.

Alguns jovens que acompanharam Ana Carolina na festa relataram, em depoimento, que a viram com um comprimido na mão. Eles teriam até dito que “aquela não era da boa” pois tinha um efeito forte e “dava uma bad terrível no outro dia”. Outros afirmaram ter visto Ana pingar um líquido na boca um tempo depois.

A jovem pode ter utilizado a N-Etilpentilona nos dois momentos, já que esse entorpecente é produzido em formato de comprimido, selo e líquido. Não foi possível saber a quantidade exata de substância presente no corpo da jovem, porém é provável que a morte tenha sido, de algum modo, causada pelo seu uso.

A N-Etilpentilona não é tão antiga no Brasil e, por isso, muitos a consomem sem o total conhecimento de seus efeitos nocivos. A droga foi incluída na portaria 344/98 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que fala das substâncias proscritas, ou proibidas, em março do ano passado. O registro foi feito após pedido das forças policiais. Segundo a Anvisa, nenhum medicamento no País contém a substância.

A N-Etilpentilona é um estimulante e é usado, em geral, de maneira recreativa. Porém, o seu efeito é mais forte que o do ecstasy. Tem um efeito danoso para a saúde e não tem aplicação terapêutica.

De acordo com levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), de janeiro a agosto deste ano, foram apreendidos 788 comprimidos de ecstasy, 536 selos de LSD e 398 frascos de lança-perfume. Todas são drogas sintéticas comuns no ambiente onde a N-Etilpentilona tem seu uso. No mesmo período do ano passado, a quantidade apreendida foi ainda maior: 1.509 comprimidos de ecstasy, 1.089 selos de LSD e 412 frascos de lança-perfume.

Com esses diferenciais – chegar de maneiras alternativas ao País, ser vendida em locais fechados e mudar constantemente a fórmula, – a investigação se torna um desafio para a Polícia local.

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