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Como Identificar o Que Estamos Sentindo?

11/12/2018

| por:Natália Ribeiro

Às vezes, sentimos coisas que não sabemos direito o que são ou de onde vêm. É uma tristeza repentina, ou um aperto no coração, ou até mesmo uma raiva inconsistente. Como identificar, portanto, o que estamos sentindo? 

O primeiro passo é observar o sentimento livre de julgamento ou de ego. Exemplo: seu irmão jogou a roupa suja no chão. Você sentiu raiva. Mas, observando friamente somente o fato, o que realmente aconteceu foi que ele jogou a roupa suja no chão.

O segundo passo é identificar os sentimentos em relação ao fato: é raiva? é tristeza? Certo. O terceiro passo é entender as suas necessidades com relação ao fato: você precisa que ele guarde as roupas no cesto? Você precisa que ele te ajude nos afazeres domésticos? 

O quarto passo, portanto, é quando você vai fazer o pedido a ele sobre suas necessidades. Essa é a parte mais difícil, porque a comunicação precisa ser eficiente. E, geralmente, quando estamos com os nervos à flor da pele, a comunicação nunca é efetiva. O treinamento, então, consiste em usar as palavras corretas, no tom correto, para que a pessoa não se sinta ofendida. O ideal seria algo do tipo: “Você poderia, por gentileza, colocar a roupa suja no cesto? Isso ajudaria muito na organização da casa. Muito obrigada.”

No entanto, a comunicação efetiva dos nossos sentimentos demanda treino. Não é da noite para o dia que vamos parar de gritar ou de falar palavrões. Mas nada que bons momentos de meditação e respiração profunda não possam ajudar. Você vai ver que, com o tempo, tudo vai se ajeitando, e você olhará para trás e sentirá orgulho do seu progresso. O que não pode acontecer é você desistir caso fraqueje. O importante é sempre falar o que está sentindo, caso contrário, tudo ficará guardado dentro de você, tornando-o doente e infeliz.

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Escrito Por Natália Ribeiro

O que me fascina é o fato de poder mudar de ideia o tempo todo, sem ter vergonha disso. Sou metamorfose. Sou uma nova pessoa a cada segundo. Preciso, portanto, de reflexões sobre a vida. Não há conclusões certas ou erradas: há apenas filosofia. Vem comigo?

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